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terça-feira, 16 de dezembro de 2014

RCC-Resíduos da Construção Civil


A COOTRALESTE recebe seu resíduo de construção e demolição dando a destinação correta a ele, reduzindo o impacto ambiental de sua obra.
Podemos Receber:
  • Resíduos de blocos de concreto;
  • Resíduos de concreto;
  • Argamassas de cimento ou mistas, de assentamento ou revestimento;
  • Componentes de concreto: 
    blocos, tubos de concreto, bloquetes e lajotas;
  • Resíduos de pedra britada e de areia naturais.

Contato pelo tel: 2389-7348 Hugo ou Valter

Saiba como fazer e usar uma composteira caseira


O resíduo orgânico possui grande potencial.

O resíduo orgânico possui grande potencial de ser reciclado e transformar-se em vida ao virar adubo. Este composto alimenta as plantas, que por sua vez, sequestram gases de efeito estufa, melhoram nosso ambiente e alimentam.
A coleta seletiva e a reciclagem dos resíduos são indispensáveis nos dias de hoje, pois reduzem o volume de lixo disposto em aterros e incineradores. Além disso, esta ação nos possibilita assumir um papel ativo na busca de soluções criativas para um mundo mais responsável. 
A compostagem é um conjunto de técnicas aplicadas para controlar a decomposição de materiais orgânicos por meio da ação de microorganismos. Esse processo transforma o resíduo orgânico em composto estabilizado, rico em húmus e nutrientes minerais, com atributos físicos, químicos e biológicos superiores àqueles encontrados nas matérias primas, permitindo que seja utilizado como adubo.

Imagem: Ericb007/iStock
Composteira caseira
A composteira caseira é formada por três caixas de plásticos empilhadas e interligadas por pequenos furos feitos ao fundo. A caixa inferior serve para escoamento e armazenamento de chorume, líquido formado durante o processo de decomposição do material orgânico. Nesta caixa existe uma torneira que serve para a coleta deste material. A caixa do meio é a digestora, nela será despejado todo o material orgânico (restos de comida) da sua casa. A proporção é sempre 2:1, ou seja, duas partes de material úmido (restos de alimentos) pra uma parte de material seco (serragem, por exemplo). Para acelerar o processo de decomposição, são coladas minhocas nesta segunda caixa. A terceira caixa, também digestora, será utilizada quando a segunda estiver cheia. As minhocas utilizam os furos para migrar para a caixa de cima, quando o processamento de todo o material chaga ao fim. Isso significa que ou composto já está pronto pra ser utilizado.
Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o chorume formado na composteira caseira não é contaminante. O líquido, também conhecido como “chorume do bem” deve ser utilizado na proporção de um litro de chorume pra dez litros de água. Ele também pode ser usado como biofertilizante.
O composto precisa ser mexido sempre que forem adicionados novos restos de alimentos. A oxigenação auxilia a ação dos microorgasnismos e é importante para evitar o mau cheiro. Além disso, o composto também precisa estar sempre úmido. O teste simples, de pegar o composto com a mão e apertá-lo é suficiente para saber se a umidade está boa o suficiente. Para estar na medida certa, a mão deve ficar úmida, mas não deve escorrer, no entanto, podem pingar algumas gotas. Se o líquido ainda estiver escorrendo, é preciso adicionar mais terra ou serragem para equilibrar. Do mesmo modo, se o composto estiver muito seco deve ser adicionado um pouco de água.
Observando as instruções acima e revolvendo sempre o material dentro do recipiente, o resultado será um ótimo composto e uma quantidade significativa de lixo reciclado.
Para que o processo de decomposição seja acelerado, evite descartar materiais grandes, antes de colocar em sua composteira, triture-o. Quanto menores forem os materiais, mais os microrganismos trabalham e mais rapidamente os materiais se decompõem.
Pra saber se a sua compostagem está funcionando adequadamente ela não deve cheirar mal e tem que ter um cheiro doce de terra. O mau cheiro pode ser causado pela adição de carnes, ossos ou estercos de cães e gatos, por isso esses materiais devem ser evitados. A falta de oxigenação do composto torna o ambiente propício para a ação de microorganismos decompositores anaeróbicos que são responsáveis pelo cheiro ruim.
No final o composto deve apresentar um aspecto o qual não é possível distinguir os tipos de material. O volume deve ter reduzido de 50% a 75%, sua coloração deve ser escura e ao pegá-lo com as mãos tem que estar um pouco escorregadio como se tivesse um pouco de sabão. Dica: se quiser use uma peneira para homogeneizar o composto, ficará com uma aparência muito boa.
Uso
O composto deve ser misturado com terra ou aplicado diretamente no solo. O adubo deve ser adicionado na época de plantio, pois além de prover nutrientes para as plantas, ele atua também na melhoria das condições químicas, físicas e biológicas do solo. Em locais sem vegetação, o composto ajuda a melhorar as condições do solo além de minimizar efeitos do sol e da chuva. Com informações do blog Reciclorgânica.
Por Fernanda D'Addezio - Redação CicloVivo

Governo veta prorrogação de prazo para fim dos lixões, mas Congresso vai insistir no adiamento

Cidades ganhariam mais quatro anos para adaptação


Governo veta prorrogação de prazo para fim dos lixões, mas Congresso vai insistir no adiamento
O Governo Federal vetou a prorrogação do prazo para que os municípios acabem com os lixões, transformando-os em aterros sanitários. A possibilidade estava prevista na medida provisória 651, sancionada nesta sexta-feira (14).
A proposta consistia em oferecer mais quatro anos para a adaptação. O prazo para que as cidades se adequassem à Lei de Resíduos Sólidos, promulgada em 2010, terminou em agosto deste ano, mas boa parte das prefeituras não seguiu as determinações da regra.
No entato, parlamentares e o governo negociam a inclusão de um novo artigo que trata da prorrogação deste prazo em outra medida provisória, mas com um prazo menor, de dois anos. Também há a expectativa de liberação de recursos federais para ajudar as prefeituras com os custos.
Na justificativa para o veto, o governo afirma que a prorrogação, da forma como prevista, contraria o interesse público, por adiar a consolidação de aspecto importante da Política Nacional de Resíduos Sólidos. “Além disso, a imposição de veto decorre de acordo realizado no plenário do Senado Federal com as lideranças parlamentares, que se comprometeram a apresentar alternativa para a solução da questão”, diz a Presidência.
Segundo o senador Romero Jucá (PMDB-RR), o veto foi negociado com os ministros Aloizio Mercadante (Casa Civil) e Ricardo Berzoini (Relações Institucionais).
Luta do MNCR
O veto da presidência à prorrogação do prazo é uma vitória para todos os catadores de materiais recicláveis que lutam pela valorização e pelo reconhecimento da classe trabalhadora. O Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR) vem lutando contra a prorrogação do prazo do fim dos lixões desde o começo da tramitação da medida provisória da Câmara Federal.
As lideranças do MNCR têm dialogados com parlamentares em seus Estados buscando apoio contra o adiamento do prazo da lei 12.305/2010. Recentemente os representantesRoselaine Mendes Ferreira, Marilza Lima e Carlos Alencastro Cavalcanti, membros do MNCR-PR foram recebidos pela Senadora Gleisi Hoffmann que solicitaram que se inclua no projeto a obrigatoriedade para que os prefeitos insiram os catadores de materiais recicláveis nos programas de coleta seletiva antes do fechamento dos lixões. 
FONTE: http://www.mncr.org.br/box_2/noticias-regionais/governo-veta-prorrogacao-de-prazo-para-fim-dos-lixoes-mas-congresso-vai-insistir-no-adiamento

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

EXPOCATADORES 2014 - A COOTRALESTE ESTEVE PRESENTE

 
                                                    Anhembi/SP

A Expocatadores é um evento de negócios, troca de experiências, disseminação de conhecimentos e tecnologias para a gestão eficiente dos resíduos sólidos.


De tudo o que é descartado diariamente, 80% poderia ser reciclado ou reutilizado das mais diversas formas. Reciclamos menos de 10% do lixo urbano, contra 40% que é reciclado na Europa e nos Estados Unidos.

A EXPO CATADORES é um evento Latino Americano de negócios com exposição de palestras, oficinas e estandes (tecnologia, reciclagem, compostagem, logística reversa e tratamento de resíduos), além de sua grande importância sócio ambiental.


A nossa proposta é reunir de um lado, COMPRADORES (cooperativas, poder público e terceiro setor) e do outro, VENDEDORES (fabricantes de máquinas e equipamentos).


Nosso objetivo é divulgar o trabalho de catadores de materiais recicláveis junto a empresas e a disseminação do conhecimento e tecnologias para a gestão eficiente de resíduos sólidos ao transformar as cooperativas em verdadeira indústrias da reciclagem com escoamento pelas redes em todo o País.

É um bom negócio para a cidade.
O catador tira os resíduos das ruas, reduzindo o volume dos lixões e aumentando a vida útil dos aterros.

É um bom negócio para a sociedade.
O catador chama a atenção do cidadão para o lixo que não é lixo, educando para o consumo consciente.

É um bom negócio para as empresas.
Algumas das maiores empresas brasileiras estão incluindo a reciclagem e a logística reversa nas suas práticas.

Fonte: http://www.expocatadores.com.br/home

A COOTRALESTE esta no mercado ecológico a 23 anos, construindo moradias com materiais ecológicos oriundo do RCC (Resíduos da Construção Civil) apresentando sempre inovações  na consecução de projetos de moradias populares com o que tem de mais inovador na funcionalidade de vivendas. 
Entre em contato com a COOTRALESTE e tenha mais informações. 

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Hoje é dia de reflexão para todos nós!
20 de novembro Dia da Consciência Negra, porque a mudança nunca 
é tardia e a lembrança precisa se manter acesa em nossas mentes.


 

sábado, 15 de novembro de 2014

  A dica da Cootra desse mês é uma dica de leitura, é o livro Design Resíduos e Dignidade da professora Maria Cecília professora de design na USP que foi lançado no mês passado em evento no Museu da Casa Brasileira em São Paulo. O livro reúne textos de 40 autores brasileiros e estrangeiros e aborda os caminhos de transformação dos resíduos, suas relações com o design de produto, seu impacto na sociedade e aspectos da dignidade da atividade do catador de recicláveis. Dividido em cinco capítulos, a publicação engloba reflexões sobre temáticas que estão na fronteira do conhecimento entre design, arte e reciclagem, as conexões entre o design e a formulação de políticas públicas nessa área, a contribuição da Política Nacional de Resíduos Sólidos, casos relacionados à temática dos resíduos no Brasil e na Comunidade Europeia, e por fim, o trabalho dos catadores nas cidades brasileiras.


   Faça o download gratuito do livro AQUI e boa leitura à todos! Até mais.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

PPlanter - Urinar de uma forma ecologicamente correta

Um projeto finalista de um festival sobre soluções urbanas despertou muita curiosidade. Chamado de PPlanter, a idéia consiste em toaletes que tratam urina e águas residuais de pias e privadas com biofiltros modulares.
PPlanter foi construído graças ao trabalho voluntário e um orçamento de apenas US$ 2 mil. O projeto, finalista no concurso San Francisco Urban Prototyping Festival, nos EUA, possui um design ecológico criado pelo Hyphae Design Laboratory, em Oakland, Califórnia.
Suas instalações funcionam para homens e mulheres. Não existe muita privacidade, pois trata-se de  uma pequena cabine "semi-privada".
  Quando chega em um determinado nível, o reservatório de urina utiliza um sistema de filtragem de bambu que converte o líquido em fertilizante para as plantas. Sensores instalados nesses reservatórios permitem que os usuários possam ver, por meio de um aplicativo instalado em seu celular, onde existem plantas secas e que precisam de água pela cidade.  
  Quando o nível de urina começa a baixar, os sensores emitem alertas para o aplicativo e também acendem uma luz no mictório vazio.
  Um projeto no mínimo curioso, sustentável e polêmico, que nos faz parar e pensar se seria possível a implantação desse projeto em nossas cidades. O que acham?

fonte: www.ecycle.com.br
site oficial do projeto: www.pplanter.com

Novo logotipo da Cootraleste



    A Cootraleste estará de CARA NOVA em BREVE. Com 23 anos de mercado a Cootraleste irá renovar sua identidade visual para representar visualmente os novos rumos que a cooperativa está tomando e muitas novidades virão pela frente visando abrir um leque muito maior de serviços prestados a sociedade e ao meio ambiente. Aguardem!

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Audiências Públicas PMSP da Elaboração do Projeto da Lei Orçamentária Anual para 2015 (Ploa 2015)



Elaboração do orçamento da cidade                                                                                        para 2015 será debatido em                                                                                                         32 audiências públicas

Nos dias 30 de agosto e 6 de setembro serão realizadas, nas 32 subprefeituras da capital, audiências públicas nas quais a elaboração do Projeto da Lei Orçamentária Anual para 2015 (Ploa 2015) estará em pauta
A elaboração da proposta orçamentária municipal do próximo ano será o principal tema das audiências públicas que ocorrerão nos dias 30 de agosto e 6 de setembro, em todas as 32 subprefeituras da cidade (veja programação abaixo).
As audiências, previstas em lei, integram o Ciclo Participativo de Planejamento e Orçamento (CPPO) 2015. O ciclo foi iniciado em 16 de junho, em reunião do Conselho de Planejamento e Orçamento Participativos (CPOP), com a aprovação da proposta de metodologia e do cronograma para a participação social na elaboração do Projeto de Lei Orçamentária Anual 2015 (Ploa 2015).
Transparência e participação
Com a coordenação da Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão – Sempla, e em parceria com as demais Secretarias da Prefeitura de São Paulo, os conselhos participativos municipais debateram intensamente a priorização de projetos, para que fosse avaliada a viabilidade de sua inclusão no orçamento do próximo ano. O mesmo aconteceu com os temas transversais, e o resultado foram três projetos prioritários por subprefeitura e um por agenda transversal, partindo do que está previsto no Programa de Metas 2013-2016 da Cidade de São Paulo.
Após a sistematização dessas demandas, foram organizados cinco debates temáticos entre Secretarias e membros do CPOP, para que as Pastas apresentassem os diagnósticos e o planejamento nos quais basearam as decisões sobre orçamento, e também discutissem a viabilidade de inclusão dos projetos priorizados na peça orçamentária em construção.
Agora se inicia a terceira etapa desse processo: as audiências públicas de elaboração da proposta. Toda a população poderá participar do debate, que ocorrerá nas 32 subprefeituras e terá a apresentação da devolutiva dos projetos priorizados e da proposta preliminar do PLOA 2015. Nesse momento, estará aberta ao público, de forma transparente e participativa, a discussão a respeito da proposta orçamentária que será enviada para a Câmara Municipal até o dia 30 de setembro.

Confira a Programação das Audiências Públicas do dia 30 de Agosto de 2014:
9h30 às 12h30  - Aricanduva/Vila Formosa
Auditório da Subprefeitura de Aricanduva/V. Formosa – Rua Atucuri, n. 699, Vila Carrão
9h30 às 12h30  - Casa Verde
Centro Cultural da Juventude – CCJ – Av. Deputado Emilio Carlos, n. 3641, Vila Nova Cachoeirinha
9h30 às 12h30 – Freguesia do Ó/Brasilândia
Auditório da subprefeitura Freguesia do Ó/Brasilândia -Avenida João Marcelino Branco, n. 95, Vila Nova Cachoeirinha
9h30 às 12h30  - Ipiranga
Auditório da subprefeitura de Ipiranga – Rua Lino Coutinho, n. 444
9h30 às 12h30  - Itaquera
Auditório da Subprefeitura de Itaquera – Rua Augusto Carlos Bauman, n. 851
9h30 às 12h30  - Penha
Auditório da Subprefeitura da Penha – Rua Candapuí, n. 492
9h30 às 12h30  - Santana/Tucuruvi
Auditório da Subprefeitura de Santana/Tucuruvi -Avenida Tucuruvi, n. 808
9h30 às 12h30  - Vila Maria/Vila Guilherme
Auditório da Sub V.Maria/V.Guilherme – Rua General Mendes,111
15h às 18h  - Cidade Tiradentes
CEU Água Azul – Av. Dos Metalúrgicos n°1262
15h às 18h – Emelino Matarazzo
Auditório do Hospital Professor Dr. Alípio Correa Neto (Ermelino Matarazzo) – Alameda  Rodrigo de Brum  n. 1989
15h às 18h – Itaim Paulista
Auditório da Subprefeitura de Itaim Paulista – Avenida Marechal Tito, nº 3012 – Jardim Miragaia
15 às 18h – Jaçanã/Tremebé
Auditório do Hospital Geriátrico – Avenida Luis Stamatis, n. 103 – portão 02 – Jaçanã
15h às 18h – Perus
CEU Perus – Rua Bernardo José Lorena s/n
15h às 18h – Pirituba/Jaraguá
Auditório da Subprefeitura Pirituba/ Jaraguá – Rua Luiz Carneiro, n. 193 – 3º andar
15h às 18h – São Mateus
Auditório da Subprefeitura de São Mateus – Rua Ragueb Chofhi, n. 1400
15h às 18h – São Miguel Paulista
Auditório da Subprefeitura de São Miguel – Rua Dona Ana Flora Pinheiro de Souza, n.76
Confira a Programação das Audiências Públicas do dia 06 de Setembro de 2014:
9h30 às 12h30  - Butantã
Cultura Butantã – Av. Junta Mizumoto, n. 13, Jardim Peri-Peri
9h30 às 12h30  - Jabaquara
CEU Caminho do Mar – Avenida Engº Armando de Arruda Pereira, n. 5241, térreo (Auditório Redondo)
9h30 às 12h30  - Lapa
Auditório da Subprefeitura da Lapa –  Rua Guaicurus, n. 1000, Sede
9h30 às 12h30  - Mooca
Auditório do Sesc Belenzinho – Av. Álvaro Ramos, n. 991
9h30 às 12h30 – Santo Amaro
Auditório da Subprefeitura de Santo Amaro – Praça Floriano Peixoto, n. 54, 1º andar
10:00 às 13h00  - Sé
Auditório da Biblioteca Mario de Andrade – Rua da Consolação, n. 94, Centro
9:30 às 12h30  - Vila Mariana
Auditório do Colégio Santa Amália – Avenida Jabaquara, n. 1673
9h30 às 12h30 – Pinheiros
Auditório Chico Mendes – Av. Frederico Hermann Jr., n. 595
9h00 às 12h00  - Sapopemba
CEU Sapopemba – Rua Victória Marconato Zonta s/n,  Jardim Sapopemba
14h  às 17h – Campo Limpo
Universidade Uniban Anhanguera – Estrada do Campo Limpo, n. 3677,
15h às 18h – Capela do Socorro
CEU Cidade Dutra – Avenida Interlagos, n. 7.350
15h às 18h – Cidade Ademar
Salão de eventos da subprefeitura Cidade Ademar – Av. Yervant Kissajikian, n. 416
15h às 18h – Guianases
CEU Lajeado – Rua Manuel da Mota Coutinho, n. 293
15h às 18h – M Boi Mirim
Auditório da subprefeitura M’ Boi Mirim -Avenida Guarapiranga, n.1265
15h às 18h – Parelheiros
Auditório da Subprefeitura de Parelheiros – Avenida Sadamu Inoue, n.5252
15h às 18h – Vila Prudente
Auditório da Subprefeitura de Vila Prudente – Avenida do Oratório, n. 172 – Jd. Independência
 Fonte: http://planejasampa.prefeitura.sp.gov.br/index.php/noticia/elaboracao-do-orcamento-da-cidade-para-2015-sera-debatido-em-32-audiencias-publicas/

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Ministério do Meio Ambiente abre vagas em cursos de área técnica do Pronatec

                               

Objetivo é aumentar a oferta do ensino profissionalizante na área ambiental

TINNA OLIVEIRA

Pela primeira vez, o Ministério do Meio Ambiente (MMA) participa do processo de aprovação das vagas do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), do Ministério da Educação (MEC). Foram definidas três novas modalidades da Bolsa-Formação, que se articulam com as políticas ambientais: Pronatec Catadores, Pronatec Bolsa Verde e Pronatec Ambiental. O objetivo é aumentar a oferta de cursos profissionalizantes na área, contribuindo com o desenvolvimento sustentável. 

Na última segunda-feira (04/08) começou a segunda fase de pactuação do programa para os cursos que abrem matrículas no segundo semestre de 2014. O MMA validará os cursos que forem na área de meio ambiente, antes da homologação do MEC. O Pronatec, criado em 2011, tem o objetivo de ampliar a oferta de cursos de educação profissional e tecnológica. O Bolsa Formação está inserido no Pronatec e consiste em oferecer, gratuitamente, cursos de Formação Inicial e Continuada (FIC) ou qualificação profissional para quem concluiu o Ensino Médio e para estudantes matriculados no Ensino Médio.

SAIBA MAIS
Entre as metas do Pronatec está a de aumentar as oportunidades educacionais aos trabalhadores por meio de cursos de formação inicial e continuada ou qualificação profissional. Nesta segunda etapa de pactuação das vagas de 2014, as unidades de ensino, chamadas de ofertantes, indicarão os cursos a serem oferecidos. 

A rede de ofertantes dos cursos são: escolas da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica (Institutos Federais, CEFET e Escolas Técnicas vinculadas às Universidades Federais), entidades dos Sistemas Nacionais de Aprendizagem (Senai, Senac, Senat e Senar) e pelas redes públicas estaduais de ensino.


FONTE: http://www.mma.gov.br/informma/item/10277-mma-passa-a-demandar-vagas-em-cursos-

sábado, 16 de agosto de 2014

Aluno da USP cria membrana pode filtrar água do mar

Pesquisa desenvolvida pelo Departamento de Química da USP Ribeirão criou filtro capaz de reter o sal

Arte / Jornal A Cidade

Separar o sal da água do mar como se coasse o café por um filtro de papel. Embora seja uma comparação grosseira, foi isso que pesquisadores do Departamento de Química da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP conseguiram ao desenvolver uma membrana semipermeável.
Toda membrana serve para separar meios líquidos ou gasosos, mas esta é composta por folhas de polímeros com poros minúsculos que só permitem a passagem de moléculas tão pequenas como as de água e gás carbônico.
Classificada como nanofiltro (da medida de Angstroms, 10-10 metros), ela impede a passagem do sal no processo de filtragem, promovendo uma dessalinização de até 90%. Dependendo do teor de pureza, a água resultante poderia, se aprovada pela Anvisa, até servir para consumo.
Desde de 2008, o grupo conduzido pelo professor Grégoire Jean François Demets, do Departamento de Química da FFCLRP vem trabalhando no projeto.
“Trata-se de uma nova tecnologia e aplicação. Tubos minúsculos e vasados, chamados de cavitandos, são colocados na matriz do polímero dentro das moléculas. Esses cavitandos são estruturas com uma cavidade central que permitem o trânsito de moléculas pequenas como a água. Na filtragem da água do mar, o sal fica retido nessas estruturas”, explica o pesquisador.
Viabilidade
O residual deixado pela dessalinização, em hipótese, poderia virar sal ou ser devolvido ao mar – a viabilidade disso depende de estudos e avaliações de impacto ambiental, entre outros.
Essa filtragem é simples e barata se comparada aos processos que levam solventes, por exemplo, e também não requer uma troca de fase para remoção de água, nem equipamentos auxiliares como aquecedores, evaporadores ou condensadores.
A membrana semipermeável pode ser confeccionada em três tipos de polímeros: o Poliuretano (PU), Policloreto de Vinila (PVC) ou Fluoreto de Polivinilideo (PVDF), plásticos com características mais flexíveis. Ela é reutilizável, completamente reciclável e resistente a produtos químicos. O grande diferencial da invenção é o baixo custo da matéria-prima utilizada.
De acordo com Demets, uma maneira de otimizar o processo seria colocar a molécula na forma de hastes de fibra oca, feita à base ureia e formol e também desenvolvida pelos pesquisadores em laboratório. Assim, elas poderiam ser inseridas numa espécie tubo para passagem da água, aumentando a capacidade de filtragem.
“Depois de provar que o processo é possível, a próxima fase é reproduzi-lo em grande escala. Para isso, dependemos de parcerias para, em longo prazo, tornar essa tecnologia em produtos para o mercado”, indicou o pesquisador.
Tecnologia foi patenteada
A tecnologia já teve o seu processo de patente realizado pela Agência USP de Inovação e está disponível para licenciamento ou parceria com a USP para desenvolvimento industrial e comercialização.
“Empresas de tratamento de água, governos, em especial da região do Nordeste do Brasil e de países com pouca oferta de água podem ser interessados”, avalia o professor Grégoire Jean François Demets.
Dentre as atividades realizadas pela Agência estão: a proteção da propriedade intelectual; apoio aos docentes, alunos e funcionários da USP na elaboração de convênios em parceria com empresas.
Ela também atua na transferência de tecnologias e trabalha por meio das incubadoras.
Processo pode ser aplicado para outros fins
A mesma tecnologia pode ser aplicada para outros fins, como em separadores de baterias, purificação de gases e curativo para queimados.
“Uma vez que a membrana pode ser produzida mais maleável e fina e é biocompatível, isto é, não provoca reações tóxicas, poderia ser aplicada como curativo de queimaduras. As vantagens é que o produto permitiria a respiração da pele e protegeria contra vírus e bactérias, acelerando o processo de cura”, considerou o professor Grégoire Jean François Demets.
Outra aplicação é a esponja de polímero. Barata, reciclável e de fácil utilização, ela tem a capacidade de remover finas camadas de petróleo ou qualquer outro óleo ou produto químico que não se mistura à água do mar. Também desenvolvida no Departamento de Química da FFCLRP, a esponja tem alto poder de absorção: basta colocá-la no local de contaminação para que absorva 99,5% do óleo; ela pode ser reutilizada pelo menos dez vezes.“As estruturas dela conseguem capturar e armazenar em suas cavidades moléculas que compõem o petróleo”, explicou Demets.
Sua utilização pode ser determinante na parte final do controle de derramamento de óleo, pois absorveria o residual deixa pelo processo de bombeamento empregado nesses casos. 

FONTE: Jornal A Cidade - Marcella Moreira, http://www.jornalacidade.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Reaproveitamento ou reciclagem de pneus

                             


Desde 1999, as indústrias de pneus brasileiras têm que dar uma destinação ambientalmente correta para os pneus usados, graças à resolução 258 do Conselho Nacional do Meio Ambiente. Desde então, as empresas são obrigadas a correr atrás para tentar conseguir aproveitar e sistematizar a coleta de pneus.
Na natureza, o passivo ambiental de um pneu é caro. O produto pode demorar muito para se decompor naturalmente. As estimativas chegam a 600 anos até ele virar pó (Fonte: Recicláveis.com). Além disso, quando queimado ao ar livre, o pneu solta uma fedorenta fumaça negra, que obviamente é poluente. No leito dos rios, eles atrapalham o fluxo natural das águas. E jogar pneu fora, em qualquer lugar, depois de recauchutá-lo várias vezes, parece ser uma prática indiscriminada. Apesar de não haver um dado oficial ou sistematicamente pesquisado, as estimativas são de 30 milhões de pneus jogados por ano (Fonte: Akatu). De qualquer modo, somente na limpeza do rio Tietê, entre 2002 e 2006, 120 mil pneus foram encontrados jogados nas águas poluídas do rio paulista (Fonte: Estadão). Aliás, os pneus cheios de água foram considerados os grandes demônios da época da dengue.
                                 
Do outro lado, o Brasil é um grande reformador de pneus, só perdendo para os Estados Unidos em termos de faturamento e volume. O setor gera uma receita de R$ 5,6 bilhões ao ano (dados de 2007). São 7,6 milhões pneus reformados para caminhões e ônibus, 8 milhões para automóveis, 2 milhões para motos e 300 mil para veículos agrícolas ou off roads anualmente, num total de 17,9 milhões, segundo a Associação Brasileira do Segmento de Reforma de Pneus (ABR). Cerca da metade dos pneus usados é reaproveitada, são os chamados pneus meia-vida. Levando em conta o valor de 63 milhões de pneus novos produzidos por ano (Fonte: Anip - Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos), é como se o Brasil conseguisse reformar bem menos da metade, ou 28%, do que é produzido por ano.
Entre as razões para o sucesso da reforma ou recauchutagem, obviamente, está o poder aquisitivo, ou melhor, a falta de poder aquisitivo do brasileiro. Aliás, a reforma de pneus tornou-se um questão política, provocando a conhecida “guerra dos pneus”, que será explicada nas próximas páginas.
De qualquer modo, há ainda o chamado pneu inservível, que não pode ser recauchutado ou reformado. Uma destinação para ele é o grande desafio não só no Brasil como no resto do mundo. Segundo a Anip, desde a publicação da resolução, em 1999, até 2007, foram 700 mil toneladas de pneus reaproveitados de várias formas (como componente energético, matéria-prima para outros produtos etc.). Esse número equivale a 139 milhões de pneus de automóveis, o que dá cerca de 18 milhões por ano. Obviamente, ainda é muito pouco, se lembrarmos a estimativa de 30 milhões de pneus jogados fora por ano.
Como é possível ver, a situação não é fácil, mas os caminhos estão aí. Bom, de qualquer modo, é importante conhecer um pouco desses processos e também a polêmica história da Guerra dos pneus. Ah, e aliás, qual a diferença entre um pneu recauchutado e um recapado.

                            
fonte: http://ambiente.hsw.uol.com.br/reciclagem-pneus.htm

quinta-feira, 10 de julho de 2014

O 7º EBOM E OS MATERIAIS RECICLÁVEIS


Do Senhor é a terra e tudo o que nela existe, o mundo e os que nele vivem
 (Salmos 24:1)



Mais uma vez agradeço a Deus em primeiro lugar e depois ao meu Pastor Deiró de Andrade pelo apoio dispensado as pessoas que separaram e triaram os materiais recicláveis que foram produzidos durante a realização do 7º EBOM- Escola Bíblica de Obreiros e Membros da Igreja Evangélica Assembléia de Deus Madureira Campo em São Mateus Ministério este que nosso pastor dirige com muito amor e empenho para o crescimento do evangelho de Cristo.

 Desde o EBOM do ano passado que eu vinha estudando uma forma mesmo que experimental da separação destes materiais produzidos em nossa sede e grandes eventos da nossa igreja e a melhor forma de reaproveitamento destes  já que ainda não tem um destino adequado para o lixo e atualmente o final é o aterro sanitário em nossa região que fica na divisa de São Paulo/Maúa (Aterro Sanitário São João).


Do Senhor é a terra e tudo o que nela existe, o mundo e os que nele vivem       (Salmos 24:1)

 Tal episódio da criação nos revela que a intenção primária de Deus para com o homem frente à natureza criada era uma só, o exercício da mordomia, ou seja, o cuidado (preservação) que o próprio homem deveria dispensar à natureza. A sujeição e o domínio que o homem estaria exercendo frente o ecos deveria dar-se a partir do senso de responsabilidade ambiental, que, por conseguinte estaria lhe garantindo o próprio bem estar, sua provisão, e por isso a garantia da subsistência.

Neste 7º EBOM  mais de 300 kilos de materiais recicláveis  de diversos tipos como copo descartáveis, papel branco, papelão, garrafa PET, sucatas de ferro e alumínio, papel misto e vidro em três dias(sexta, sábado e domingo) que iriam para o aterro sanitário e tiveram seu destino certo conforme o PNRS-Plano Nacional de Residúos Sólidos, Em diálogos anterior ao evento com o Pr Deiró e com sua autorização realizamos (AD Madureira/COOTRALESTE) em fase experimental a separação e destino adequado a estes materiais, foi uma experiência gratificante ver os recicláveis sendo separados por membros da nossa igreja e comentários de alegria das pessoas em reconhecer que a melhor  forma de preservar o meio ambiente é separar o lixo orgânico dos sólidos, esta iniciativa gerou em muitos a vontade de contribuir na separação inclusive em suas casas. 

Levando em consideração as estatisticas de produção de lixo por habitante no Brasil pelo site do Senado Federal: http://www12.senado.gov.br/ nosso país só consegue reciclar 3% de todo lixo produzido, isto se da por falta de incentivo do governo e por falta de informação da população, pouco ainda se faz com a coleta seletiva em compensação temos varias organizações não governamentais como as cooperativas de catadores de papel que vem se empenhando na luta e organização desta categoria contribuindo para que o meio ambiente receba menos lixo, que muitas vezes são descartados de forma criminosa por aqueles que deveriam preservar a natureza, nós mesmos.

O cuidado com a separação dos mais de 300 kilos de materiais que sairam do 7º EBOM teve a participação das equipes da cozinha e limpeza além de duas pessoas do núcleo de reciclagem da COOTRALESTE que descartavam em recipiente próprio os residuos sólidos separando dos residuos orgânicos, foi de suma importância estas equipes pelo fato de ser elas as que diretamente tinham acesso a esses materiais, tudo que foi coletado no evento foi para uma comunidade carente do Jd 5 de Julho em São Mateus onde mantemos nosso núcleo de reciclagem através da nossa irmã Noemia.

A Assembléia de Deus Madureira Campo em São Mateus através do nosso Pr Deiró demonstra mais uma vez que sai na frente não só com o compromisso do evangelho mas também na contribuição de um planeta melhor para as gerações futuras.
Como diz nosso pastor"Pode ter igreja igual a nossa, mas melhor não tem não"

"DEUS É FIEL"



























quinta-feira, 27 de março de 2014

"Film agricultura' não usa solo e apenas um décimo da água


                                  

Tendo em mente a eficiência da água, a empresa Agricel com sede no Dubai, lançou recentemente um sistema de cultivo que usa um material semelhante a filme, em vez de solo, e permite que os agricultores usem menos 90 por cento de água.

As plantas são cultivadas numa hidromembrana e não em solo. Este material, é um composto, um polímero 
solúvel em água e hidrogel. Esta hidromembrana, absorve água e nutrientes do meio de cultura; permitindo que a planta desenvolva raízes finas e densas fortemente ligados à superfície. A Agricel afirma que ao promover a absorção osmótica de nutrição da planta, aumenta-se a produção de açúcares e aminoácidos, resultando em produtos mais doces e mais ricos em vitaminas.

                                                                

Agricultura filme é a mais eficiente tecnologia agro da era recente, requer menos quantidade de água quando comparada com a agricultura com as tecnologias atuais de poupança de água, como a hidroponia e a cultura do solo por gotejamento.

1. Na hidroponia as raízes entram em contato direto com o meio de cultura, resultando que algumas plantas suguem água em excesso. Além disso na hidroponia, uma enorme quantidade de meio de cultura é descartada após cada ciclo de produção. Com a Agricultura Filme a água não se move através da película, assim as plantas crescem com uma fina folha plana de raízes dentro do filme. Isto não só evita a evaporação, mas impede a sucção excessiva de água pelas plantas a partir do meio de cultura.

                                       

2. Na cultura do solo por gotejamento, é necessária uma enorme quantidade de água, para as plantas com raízes profundas no solo. A grande quantidade de água fornecida é perdida através de lixiviação e evaporação. Na Agricultura Filme é bloqueada a lixiviação de água fornecida a partir dos tubos de gotejamento, colocando folhas de plástico abaixo dos tubos de gotejamento. No Japão a Agricultura Filme, recuperou mais de 95% de água utilizada na cultura do solo.

 Os agentes patogénicos, por sua vez, são incapazes de penetrar na hidromembrana, tornando esta agricultura mais resistente às bactérias e vírus, sem recurso a pesticidas. De acordo com a Agricel, as explorações agrícolas que utilizem este filme, usarão menos 80 por cento de fertilizante.
Nas últimas décadas o sector da agricultura tem sido afetado pelo abandono, especialmente da geração mais jovem, por pouco atrativa, exigir muito trabalho duro, ser considerada de status inferior e não estar na moda.

“Nossos franqueados irão criar mais do que apenas benefícios, também terão um impacto positivo na sua sociedade, bem como na economia global, criando novas oportunidades de emprego, levando a uma melhoria dos padrões de vida para aqueles que estavam ou estão interessados na agricultura. Esta tecnologia agro-promete postos de trabalho interessantes e atraentes, bem como elevados retornos para qualquer pessoa que não seja ainda um agricultor.”

Com um custo comparável à agricultura em solo, mas mais barata que a hidroponia, esta Agricultura Filme procura oferecer um retorno sobre o investimento de entre 40 e 70 por cento, diz a Agricel, que oferece um guia on-line para a construção de uma fazenda de filme em 60 dias.  


Fonte:
http://www.springwise.com/eco_sustainability/film-farming-soil-one-tenth-water/
http://www.agricel.co/starting-point.html 
Visite também o http://blogreciclalixo.blogspot.com.br/p/usina-de-ideias-com-pneus.html